SÃO JOÃO DEL-REI, Segunda-feira, 20 de Outubro de 2014  •  Ano XIV  •  O Jornal do Campo das Vertentes

SJDR sedia concurso de marchinhas de Carnaval

“Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero”… participar do I Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas de São João del-Rei – Prêmio Agostinho França promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.

Concurso realizado pela primeira vez em São João del-Rei homenagearã o compositor Agostinho França. Prêmios aos vencedores chegam a R$2,5 mil - Foto: Divulgação

Concurso realizado pela primeira vez em São João del-Rei homenagearã o compositor Agostinho França. Prêmios aos vencedores chegam a R$2,5 mil – Foto: Divulgação

Para os interessados, “ô, abra alas” que as inscrições começaram na última segunda-feira, 17, e irão até o próximo dia 24. O objetivo é valorizar a música carnavalesca, seus compositores e intérpretes, além de promover a diversificação e o acesso à cultura. Tudo isso homenageando o compositor popular Agostinho França, um dos pioneiros no Carnaval são-joanense.

Uma comissão de cinco pessoas irá escolher já na próxima sexta-feira, 28, as 15 melhores composições, que serão interpretadas por seus autores na Terça-Feira de Carnaval, às 17h, nas proximidades da Esquina do Kibom, marco da boemia e da festa momesca em São João del-Rei.

E o concurso é cheio de “encantos mil”. Literalmente: os três primeiros colocados receberão prêmios de R$2,5 mil, R$1,5 mil e R$1 mil respectivamente. Para competir, os compositores de marchinhas devem acessar o edital que contém maiores informações pelo link http://bit.ly/1jdMNN5.

O homenageado
Agostinho França, o Dom Urubu, foi um dos expoentes no Carnaval são-joanense, compondo canções para a “Depois Eu Digo”, considerada pioneira na folia local. Em 1948 a escola se apresentou na cidade com o samba-enredo Lágrimas, homenagem a um amigo de França que, enlutado pela morte da mãe, preferiu se resguardar na festa que, à época, já era apontada com uma das melhores no Estado.

De lá para cá, todos os anos, multidões descem ladeiras da cidade atrás de blocos cantando “Lágrimas que o Roberto derramou quando o apito entregou. Neste ano ele não vai sair. Ele nos fez um pedido. Ele será atendido. Roberto, o apito ainda é seu… Roberto, a nossa Escola não morreu”.



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